Ao fim do 6º post finalmente!!! Caramba estava a ver que nunca mais ia poder escrever sobre o que realmente interessa. Pele de galinha a rodos, arrepios pela espinha até mais não enfim, o pacote completo a que qualquer ser minimamente sensível tem direito.Aconteceu ontem em "Paris", do realizador Cédric Klapisch.
A velocidade estonteante com que fui brindado por arrepios que percorriam a espinal medula à velocidade da luz e a pele de galinha que transformou a minha epiderme numa autêntica grosa de lixar ferro podem dar a entender que o filme "Paris" é qualquer coisa nunca vista ou que estamos em presença de um fenómeno cinematográfico impar.
Não, muito pelo contrário. O filme não é mesmo nada de especial e não fosse ter algumas "fotografias" sobre Paris, cidade que me maravilha e ficava a pensar nos 4 euros e meio que paguei pelo bilhete. De resto nada a dizer sobre um filme que adopta a formula de uma catrefada de personagens, cada um com a sua vida, com os seus problemazinhos e onde aqui e além se tocam uns com os outros para dar um ar mais complexo à coisa. Dentro desta fórmula (que normalmente me agrada bastante) é um filme muuuuuuuuuito fraquinho e em que saímos da mesma maneira que entrámos mas um pouco mais leves. Para mim teve outro factor positivo: poder estar minimamente aquecido dentro do cinema embora sem conseguir refrear os arrepios dilacerantes e a pele de galinha provocada por uma gripe como há muito não tinha.
1 comentário:
AHAHAHA!
Excelente crítica. As melhoras. E mais uma vez, obrigado por me teres feito poupar esses 4 €. ;)
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